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Name: David Location: Sao Paulo, Brazil Birthday: 5/20/1980 Gender: Male
Interests: Neste blog seguem textos que me ajudam a escrever a minha própria história de fé. Espero que você possa aproveitar ao máximo... Have a nice time! TKs! Expertise: Escreva para mim... (davidbai@gmail.com) Leia o texto "minha vida cristã"... Se você passa ou já passou e ainda está perdido, eu quero te ajudar... Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para mostrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demonstrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos. (ef 2:6~10) Occupation: Computer related Industry: Media
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2/23/2005
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| “Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.” [Jesus Cristo]
Estou convencido de que um é o evangelho dos evangélicos, outro é o evangelho do reino de Deus. Registro que uso o termo “evangélico” para me referir à face hegemônica da chamada igreja evangélica, como se apresenta na mídia radiofônica e televisiva.
O evangelho dos evangélicos é estratificado. Tem a base e tem a cúpula. Precisamos falar com muito cuidado da base, o povo simples, fiel e crédulo. Mas precisamos igualmente discernir e denunciar a cúpula. A base é movida pela ingenuidade e singeleza da fé; a cúpula, muita vez é oportunista, mal intencionada, e age de má fé. A base transita livremente entre o catolicismo, o protestantismo e as religiões afro. A base vai à missa no domingo, faz cirurgia em centro espírita, leva a filha em benzedeira, e pede oração para a tia que é evangélica. Assim é o povo crédulo e religioso. Uma das palavras chave desta estratificação é “clericalismo”: os do palco manipulando os da platéia, os auto-instituídos guias espirituais tirando vantagem do povo simples, interesseiro, ignorante e crédulo.
A cúpula é pragmática, e aproveita esse imaginário religioso como fator de crescimento da pessoa jurídica, e enriquecimento da pessoa física. Outra palavra chave é “sincretismo”. A medir por sua cúpula, a igreja evangélica virou uma mistura de macumba, protestantismo e catolicismo. Tem igreja que se diz evangélica promovendo “marcha do sal”: você atravessa um tapete de sal grosso, sob a bênção dos pastores, e se livra de mal olhado, dívida, e tudo que é tipo de doença. Já vi igreja que se diz evangélica distribuir cajado com água do Jordão (i.é, um canudo de bic com água de pia), para quem desejasse ungir o seu negócio, isto é, o seu business. Lembro de assistir a um programa de TV onde o apresentador prometia que Deus liberaria a unção da casa própria para quem se tornasse um mantenedor financeiro de sua igreja.
O povo religioso é supersticioso e cheio de crendices. Assim como o Brasil. Somos filhos de portugueses, índios, africanos, e muitos imigrantes de todo canto do planeta. Falar em espíritos na cultura brasileira é normal. Crescemos cheios de crendices: não se pode passar por baixo de escada; gato preto dá azar; caiu a colher, vem visita mulher, caiu garfo, vem visita homem; e outras tantas idéias sem fundamento. Somos assim, o povo religioso é assim. Tem professor de universidade federal dando aula com cristal na mão para se energizar enquanto fala de filosofia.
E a cúpula evangélica aproveita a onda e pratica um estelionato religioso: oferece uma proposta ritualística que aprisiona, promove a culpa e, principalmente, ilude, porque promete o que não entrega. Aliás, os jornais começam a noticiar que os fiéis estão reivindicando indenizações e processando igrejas por propaganda enganosa.
O evangelho dos evangélicos é estratificado. A base é movida pela ingenuidade e singeleza da fé, e a cúpula é oportunista. A base transita entre o catolicismo, o protestantismo e as religiões-afro, e a cúpula é pragmática. A base é cheia de crendices e a cúpula pratica o estelionato religioso.
O evangelho dos evangélicos é mercantilista, de lógica neoliberal. Nasce a partir dos pressupostos capitalistas, como, por exemplo, a supremacia do lucro, a tirania das relações custo-benefício, a ênfase no enriquecimento pessoal, a meritocracia – quem não tem competência não se estabelece. Palavra chave: prosperidade. Desenvolve-se no terreno do egocentrismo, disfarçado no respeito às liberdades individuais. Palavra chave: egoísmo. Promove a desconsideração de toda e qualquer autoridade reguladora dos investimentos privados, onde tudo o que interessa é o lucro e a prosperidade do empreendedor ou investidor. Palavra chave: individualismo. Expande-se a partir da mentalidade de mercado. Tanto dos líderes quanto dos fiéis. Os líderes entram com as técnicas de vendas, as franquias, as pirâmides, o planejamento de faturamento, comissões, marketing, tudo em favor da construção de impérios religiosos. Enquanto os fiéis entram com a busca de produtos e serviços religiosos, estando dispostos inclusive a pagar financeiramente pela sua satisfação. Em síntese, a religião na versão evangélica hegemônica é um negócio.
O sujeito abre sua micro-empresa religiosa, navega no sincretismo popular, promete mundos e fundos, cria mecanismos de vinculação e amarração simbólicas, utiliza leis da sociologia e da psicologia, e encontra um povo desesperado, que está disposto a pagar caro pelo alívio do seu sofrimento ou pela recompensa da sua ganância.
Em terceiro lugar, o evangelho dos evangélicos é mágico. Promove a infantilização em detrimento da maturidade, a dependência em detrimento da emancipação, e a acomodação em detrimento do trabalho.
Pra ser evangélico você não precisa amadurecer, não precisa assumir responsabilidades, não precisa agir. Não precisa agregar virtudes ao seu caráter ou ao processo de sua vida. Primeiro porque Deus resolve. Segundo porque se Deus não resolver, o bispo ou o apóstolo resolvem. Observe a expressão: “Estou liberando a unção”. Pensando como isso pode funcionar, imaginei que seria algo como o apóstolo ou bispo dizendo ao Espírito Santo: “Não faça nada por enquanto, eles não contribuíram ainda, e eu não vou liberar a unção”.
Existe, por exemplo, a unção da superação da crise doméstica. Como isso pode acontecer? A pessoa passa trinta anos arrebentando com o seu casamento, e basta se colocar sob as mãos ungidas do apóstolo, que libera a unção, e o casamento se resolve. Quem não quer isso? Mágica pura.
O sujeito é mau-caráter, incompetente para gerenciar o seu negócio, e não gosta de trabalhar. Mas basta ir ao culto, dar uma boa oferta financeira, e levar para casa um vidrinho de óleo de cozinha para ungir a empresa e resolver todos os problemas financeiros.
Essa postura de não assumir responsabilidades, de não agir com caráter, e esperar que Deus resolva, ou que o apóstolo ou bispo liberem a unção tem mais a ver com pensamento mágico do que com fé.
Em quarto lugar, o evangelho dos evangélicos tem espírito fundamentalista. Peço licença para citar Frei Beto: “O fundamentalismo interpreta e aplica literalmente os textos religiosos, não sabe que a linguagem simbólica da Bíblia, rica em metáforas, recorre a lendas e mitos para traduzir o ensinamento religioso.” O espírito fundamentalista é literalista, e o mais grave é que o espírito fundamentalista se julga o portador da verdade, não admite críticas, considerações ou contribuições de outras correntes religiosas ou científicas.
Quem tem o espírito fundamentalista não dialoga, pois considera infiéis, heréticos, ou, na melhor das hipóteses, equivocados sinceros, todos os que não concordam com seus postulados, que não são do mesmo time, e não têm a mesma etiqueta. Quem tem o espírito fundamentalista se considera paradigma universal. Dialoga por gentileza, não por interesse em aprender. Ouve para munir-se de mais argumentos contra o interlocutor. Finge-se de tolerante para reforçar sua convicção de que o outro merece ser queimado nas fogueiras da inquisição. Está convencido de que só sua verdade há de prevalecer.
Mais uma vez Frei Beto: “o fundamentalista desconhece que o amor consiste em não fazer da diferença, divergência”. Por causa do espírito fundamentalista, o evangelho dos evangélicos é sectário, intolerante, altamente desconectado da realidade. O evangelho dos que têm o espírito do fundamentalismo é dogmático, hermético, fechado a influências, e, portanto, é burro e incoerente.
Em quinto lugar, o evangelho dos evangélicos é um simulacro. Simulacro é a fotografia mais bonita que o sanduíche. Não me iludo, o evangelho dos evangélicos é mais bonito na televisão do que na vida. As promessas dos líderes espirituais são mais garantidas pela sua prepotência do que pela sua fé. Temos muitos profetas na igreja evangélica, mas acredito que tenhamos muito mais falsos-profetas. Os testemunhos dos abençoados são mais espetaculares do que a realidade dos cristãos comuns. De vez em quando (isso faz parte da dimensão masoquista da minha personalidade) fico assistindo estes programas, e penso que é jogada de marketing, testemunho falso. Mas o fato é que podem ser testemunhos por amostragem. Isto é, entre os muitos que faliram, há sempre dois ou três que deram certo. O testemunho é vendido como regra, mas na verdade é apenas exceção. A aparência de integridade dos líderes espirituais é mais convincente na TV e no rádio do que na realidade de suas negociatas. A igreja evangélica esta envolvida nos boatos com tráficos de armas, lavagem de dinheiro, acordos políticos, vendas de igrejas e rebanhos, imoralidade sexual, falsificação de testemunho, inadimplência, calotes, corrupção, venda de votos.
A integridade do palco é mais atraente do que a integridade na vida. A fé expressa no palco, e nas celebrações coletivas é mais triunfante, do que a fé vivida no dia a dia. Os ideais éticos, e os princípios de vida são mais vivos nos nossos guias de estudos bíblicos e sermões do que nas experiências cotidianas dos nossos fiéis. Os gabinetes pastorais que o digam: no ambiente reservado do aconselhamento espiritual a verdade mostra sua cara.
Estratificado, mágico, mercantilista, fundamentalista, e simulacro. Eis o evangelho dos “evangélicos”.
Publicado originalmente em outraespiritualidade.blogspot.com
Ed René Kivitz | | |
| Semana passada comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho. Nas últimas décadas a humanidade acordou para o fato de que o planeta está doente, a ação humana tem deteriorado drasticamente os recursos naturais, e esse processo se dá num ritmo muito mais rápido do que eles são capazes de se renovar. Da floresta onde se retirava uma árvore, agora retiram-se centenas. Onde viviam algumas famílias, consumindo pouca água e produzindo poucos resíduos, agora vivem milhões de famílias, exigindo imensos mananciais e gerando quantidades enormes de lixo.
Em 1600 d.C. o mundo não tinha mais do que 500 milhões de habitantes, hoje chegamos a 6,5 bilhões. À medida que a humanidade aumenta sua capacidade de intervir na natureza surgem tensões e conflitos quanto ao uso do espaço e dos recursos. Algumas conseqüências indesejáveis da ação humana são, por exemplo, o desmatamento, o esgotamento do solo, a contaminação da água e a crescente violência nos centros urbanos.
O tema está em pauta. No entanto, essa preocupação parece não atingir a comunidade evangélica. O cristianismo que a grande maioria conhece está em falta com a preservação do meio ambiente. Vemos igrejas alienadas, que assimilaram o sistema individualista do mundo. Nos acostumamos com mensagens escapistas, ansiamos por uma pátria celestial, almejamos o céu diariamente, consideramos que o diabo é o príncipe deste mundo e que, portanto, as coisas não vão mudar. Assim, não fazemos nada para melhorar o planeta.
O movimento ecológico, por muito tempo, foi visto como uma preocupação poética de visionários, buscava-se um relacionamento mais harmônico entre homem e natureza. A bíblia está recheada de passagens que contemplam a criação e a relação do homem com a natureza. Nesse sentido, a Igreja não deveria estar empenhada neste combate muito antes dos "hippies" aparecerem em cena? "Deus colocou o homem no jardim do Éden para o lavrar e guardar" (Gênesis 2:15).
Não devemos nos conformar com este mundo (Romanos 12:2), isso implica em combater a cultura do plástico, a visão mecanicista, o consumismo, a forma como lidamos com o nosso "lixo". Na sociedade pós-moderna até as pessoas estão mais descartáveis.
A crise ecológica é conseqüência do pecado, todo homem é pecador e precisa de salvação. Ter um encontro particular com Cristo faz parte do plano de Deus para a restauração da humanidade. Deus prima pela emancipação do ser humano integral, e isso passa, necessariamente, por uma postura socialmente responsável. É claro o ensino bíblico de que nós somos o sal da terra, a luz do mundo.
Acredito que estamos aos poucos recobrando nossa consciência ecológica. Devemos sinalizar o Reino de Deus e transmitir as boas novas de Jesus, assumir uma postura ecológica sadia, a busca pela retomada da dignidade humana, a promoção da saúde, o desenvolvimento sustentável e a humanização da economia e da política. O serviço social e o cuidado com a natureza são parte significativa da pregação do evangelho.
A bíblia não termina dizendo que vamos para o céu, mas que Deus vem para a Terra. Jesus Cristo não veio apenas salvar a alma humana, mas veio ressuscitar o corpo humano. Assim, como cristãos, devemos buscar a salvação do planeta, não somente para as futuras gerações, mas porque amamos e respeitamos as coisas que Ele fez. "Sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora" (Romanos 8:22). A cura da humanidade e do meio ambiente só estará completa quando Jesus voltar, mas podemos mostrar a glória de Deus através das nossas vidas hoje. É nosso papel diminuir o acelerado ritmo de destruição dos recursos naturais e buscar alternativas que conciliem a conservação da natureza com a qualidade de vida. O evangelho tem uma resposta para o problema ecológico, precisamos alertar a igreja, discutir o assunto à luz da bíblia e assumir o compromisso de proteger e guardar a criação. © 2007 Marco Antônio R. Oliveira Jr.
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| Vida cristã é uma expressão que, na verdade, significa jeito cristão de viver a vida. A vida é uma só. Não existe uma fatia da vida que pode ser rotulada de cristã, coisas próprias da prática religiosa, como ir aos cultos, trabalhar na igreja e servir aos pobres, e outra fatia considerada não cristã, como por exemplo fazer negócios, fazer política e fazer amor. O jeito cristão de viver a vida não distingue sagrado de profano, pois todas as coisas criadas por Deus são boas e devem ser desfrutadas com ações de graças. Na verdade, profano é tudo quanto está separado de Deus, e para os cristãos, nenhuma dimensão da vida se enquadra nessa categoria. Por esta razão não consideramos o momento da oração mais sagrado que a atividade profissional, nem o culto de domingo mais sagrado que o café da manhã com a família. Você não precisa nem deve sentir-se culpado por faltar ao culto para dormir um pouco mais no domingo pela manhã, nem tampouco achar que Deus vai ficar bravo se você deixar de dar o dízimo para socorrer um amigo em necessidade ou trocar a televisão de sua casa. O evangelho é a boa notícia de que podemos e devemos desfrutar a vida livres da preocupação quanto às eventuais maldições de Deus em resposta ao que fazemos ou deixamos de fazer. A “liberdade, liberdade” já abriu as asas sobre nós.
Então devemos aproveitar essa liberdade também para reunir os amigos em oração; buscar o ambiente do louvor e da adoração a Deus nas celebrações dominicais; separar tempo no dia-a-dia para a leitura, o estudo, a reflexão e a meditação na Bíblia Sagrada; exercitar a doação financeira generosa através dos dízimos e ofertas; conduzir os filhos no discipulado através dos ministérios oferecidos pela comunidade cristã; dedicar períodos da semana para o trabalho voluntário e a prática da solidariedade através do serviço abnegado; e compartilhar o amor de Cristo com os amigos e familiares.
Sendo verdade que somos livres da obrigatoriedade do que chamamos de práticas religiosas, também é verdadeiro que somos livres para incluir cada uma delas em nossa agenda diária e organizar nosso estilo de vida ao redor de prioridades e atividades orientadas pelos valores cristãos.
Somos livres, tanto para ver televisão quanto para selecionar a programação; tanto para encarar uma cerveja gelada quanto para conhecer nossos limites; tanto para emendar o feriadão quanto para buscar a comunhão na Eucaristia; tanto para investir no conforto pessoal quanto para repartir com os outros nossa colheita abundante.
Foi Paulo, apóstolo, quem assim nos ensinou. Deixou claro que foi para a liberdade que Cristo nos libertou, e nos exortou a permanecermos firmes e não nos dobrarmos novamente a um jugo de escravidão. Mas também nos lembrou que não deveríamos usar essa liberdade para abandonar o que realmente importa. Liberdade implica responsabilidade, pois é verdade que a gente pode dormir a gosto, mas também é verdade que a gente colhe o que planta. Pastor Ed Rene (IBAB) | | |
| Creio que existem várias dimensões da oração. Existe a oração no silêncio do quarto, a sós com Deus. Existe a oração comunitária, o povo com Deus. Oramos por mim mesmo, por nós mesmos e pelos "outros". "Outros" seriam aqueles que estão fora da nossa fronteira de comunidade. Creio que muito do que somos, somos porque existem intercessores por nós. Nós somos produtos da oração de outros. A oração da mãe, do pastor, do amigo e/ou da comunidade. Às vezes chego a pensar que Deus não se importa muito com a nossa oração egocêntrica. Mas inclina os ouvidos quando oramos pelo próximo. Porque a vida cristã é comunitária. Não é particular. Oro pelo outro. O outro ora por mim. E é essa riqueza da oração comunitária que me deixa pasmado. Porquê devemos orar? Não estaria aqui mais um motivo? Mianma, um país no sudoeste da Ásia, sofre com os resultados de um ciclone. Mianma é o "outro". Estimativas atuais giram na morte de quase 100.000 pessoas. Peço a oração de todos pelo Mianma. Deus console os corações e faça presente ali as mãos e os pes de Cristo. Que Deus afaste o mal. Choremos com Ele e com eles.
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